A Defensoria Pública do Acre registrou 26.344 atendimentos em agosto por meio dos canais presenciais e on-line. Ao longo do mês, a instituição também promoveu ações voltadas à investigação de maternidade e paternidade e ao atendimento de mulheres, estudantes e pessoas em situação de rua. As atividades ocorreram na capital e no interior do estado.
Do total contabilizado no sistema Solar, 59,3% dos atendimentos ocorreram de forma on-line e 40,7%, presencialmente. Os registros abrangem 18 comarcas e demonstram a combinação dos canais digitais com a atuação mantida nas unidades e em outros espaços de atendimento.
Para a defensora pública-geral, Juliana Marques Cordeiro, a diversidade das formas de atendimento ajuda a aproximar os serviços da realidade da população. “Sabemos que as dificuldades para acessar direitos não se limitam às portas da Defensoria. Por isso, buscamos combinar os atendimentos presencial, on-line e itinerante, chegando a escolas, comunidades e municípios do interior. Cada atendimento representa alguém que procura orientação, proteção ou o reconhecimento de um direito”, afirmou.
Atuação para além das unidades
Em agosto, a Defensoria realizou onze ações temáticas e itinerantes. As atividades totalizaram 2.478 atendimentos, já incluídos no total mensal. O maior volume foi registrado na edição ampliada do Programa Defensoria Itinerante em Cruzeiro do Sul, com 1.602 atendimentos. Essa foi a primeira vez que o município recebeu uma edição ampliada da ação.
O mês também foi marcado pela quinta edição do projeto Meu Pai Tem Nome, voltado ao reconhecimento de paternidade e a outros direitos relacionados à filiação. Na Casa Rosa Mulher, a ação A Vítima Também Tem Direito à Defensoria ofereceu orientação jurídica e atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade.
A programação incluiu ainda atividades em escolas, ações comunitárias e atendimentos durante a Expoacre. Em Tarauacá, as equipes participaram de uma mobilização voltada à população em situação de rua. Em Feijó, a Defensoria integrou o Projeto Cidadão.
As iniciativas levaram os serviços da Defensoria a espaços frequentados pela população. A atuação descentralizada complementa o trabalho desenvolvido nas unidades e pelos meios digitais, ampliando as possibilidades de acesso à orientação jurídica gratuita.