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11/06/2019

BA: DPE comemora Dia dos Catadores de Recicláveis

Fonte: ASCOM/DPE-BA
Estado: BA
Em junho comemoramos o Dia Nacional do Catador de Resíduos Sólidos, e também é tempo de São João. Assim, a Defensoria Pública da Bahia – DPE/BA promoveu uma festa junina para comemorar a junção dessas duas datas especiais, no Centro Cultural Glauber Rocha, em Vitória da Conquista.
 
A ação foi idealizada pelo Projeto Mãos que Reciclam, da 2ª Regional da DPE-BA – Vitória da Conquista, e teve por objetivo valorizar a profissão dos catadores de resíduos sólidos, além de divulgar a coleta seletiva no município. Na ocasião, houve sorteio de brindes, comidas típicas, quadrilha, música ao vivo e parquinho para as crianças.
 
Mais de cem catadores participaram do evento, alguns já cadastrados no projeto, outros que tomaram conhecimento da ação pelos meios de comunicação e se sentiram motivados a integrarem o Mãos que Reciclam. 
 
“É através da reciclagem que eu tiro minha renda pra sustentar meus filhos, comprar meu pão de cada dia. Tenho muito orgulho de participar desse projeto”, falou Joaquim Ribeiro, catador de material reciclável.
 
Estiveram presentes no evento também os defensores públicos Jeane Meira Braga, coordenadora regional; Kaliany Gonzaga; Josefina Mattos e José Raimundo Passos Campos; além de servidores e estagiários da DPE-BA e membros da sociedade civil e do setor público.
 
MÃOS QUE RECICLAM
 
De acordo com a defensora pública Kaliany Gonzaga, coordenadora do projeto, todo o material é destinado ao aterro sanitário: “O que existe são tentativas isoladas de coleta seletiva. Esses profissionais são os agentes ambientais responsáveis por fazer chegar às indústrias, retornar ao ciclo produtivo, os materiais recicláveis gerados no município”.
 
A defensora conclui que apesar da importante função desempenhada pelos catadores, ainda há falta de políticas públicas que garantam a implantação de efetivo programa municipal de coleta seletiva.
 
A catadora Maiane Araújo acredita que ainda há muita discriminação com o trabalho e que não há preocupação da população, que não separa adequadamente o material. “As pessoas colocam tudo misturado: agulha, vidro, que machuca as nossas mãos”, comentou.
 
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