Instagram Facebook Twitter YouTube Flickr
11/09/2019

BA: DPE capacita Fundação Cidade Mãe sobre atendimento às pessoas trans

Fonte: ASCOM/DPE-BA
Estado: BA
As nomenclaturas utilizadas pelo senso comum para se referir às pessoas transsexuais foi um dos temas  discutidos na palestra  na Escola Superior da Defensoria Pública do Estado da Bahia – ESDEP.  A capacitação teve como público-alvo assistentes sociais, pedagogos e psicólogos da Fundação Cidade Mãe – FCM, nesta terça-feira, 10.
 
O palestrante  foi Ailton Santos, coordenador do Ambulatório para Travestis e Transsexuais do Centro Estadual Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa – CEDAP.
 
Nessa parceria, a Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA), por meio da Especializada de Direitos Humanos, e a FCM visaram a capacitação da equipe da fundação para atendimento de pessoas LGBT. Segundo a gerente de unidades de atendimentos institucionais para crianças e adolescentes da FCM, Suzana Esteves, o público é atendido frequentemente pela instituição.
 
“Recebemos, principalmente, adolescentes transexuais e procuramos atendê-los da melhor forma possível, mas a capacitação é importante para entendermos de quais formas devemos nos portar ao recebermos esse público específico”, destacou a gerente. Além disso, Suzana ressaltou a importância da iniciativa da DPE-BA, que surgiu por meio de visitas à FCM, no Engenho Velho de Brotas. 
 
As defensoras públicas e coordenadoras da Especializada de Direitos Humanos, Eva Rodrigues e Lívia Almeida, presentes no evento, afirmaram que o papel da DPE-BA é promover a diversidade e os direitos humanos. “É importante que as pessoas que lidam com essas crianças e adolescentes, que estão na fase inicial de formação, não reproduzam estereótipos, preconceitos e discriminações”, apontou Lívia.
 
A defensora ainda comentou a importância de abordar a identidade de gênero especificamente com a equipe assistencial da fundação, que lida diretamente com o público trans. “Nós procuramos a direção de uma dessas unidades, pois os profissionais aprendem sozinhos, ‘na marra’, sem ter a capacitação direta em relação a identidade de gênero. Por isso marcamos esse evento. Nessa palestra, foi explicado o que é a identidade de gênero de forma didática”, finalizou Lívia Almeida.
Compartilhar no Facebook Tweet Enviar por e-mail Imprimir
AGENDA
XIV CONADEP
ANADEP INOVA
Escola Nacional das Defensoras e Defensores Públicos do Brasil
Novas 100 regras de Brasília
COMISSÕES
TEMÁTICAS
NOTAS
TÉCNICAS
Acompanhe o nosso trabalho legislativo
NOTAS
PÚBLICAS
ANADEP
EXPRESS
HISTÓRIAS DE
DEFENSOR (A)